
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Dizzy Gillespie - The Real Thing - 1970

domingo, 31 de outubro de 2010
AS ANEDOTAS DO PASQUIM

sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Cidinho Teixeira e Som Tropical - MUITO SUINGUE (1980)


Assim como Luis Vagner é o Guitarreiro, Cidinho Teixeira pode ser chamado de Pianeiro. Ao ouvir o disco todo vocês vão saber do que se trata. Ele não é mais um pianista do planeta: ele é um Pianeiro!!! “A mão esquerda mais nervosa do mundo”, segundo Nêgo Luis, do grupo Pau-Brasil! Cidinho é parceirão de Luis Vagner. Foi pianista de três discos do Guitarreiro: Simples (1974), Guitarreiro (1976) e Fusão das Raças (1979).
Reuni algumas informações na web a partir dos seguintes blogs: “confraria dos riograndinos” e “conexaojazz”. Milcíades Teixeira, o Cidinho, 65 anos, está radicado em Nova Iorque há 23 anos, onde mantém carreira artística juntamente com o baterista (também rio-grandino) Portinho (Telmo Porto). Cidinho começou sua carreira no final da década de 1950, como acordeonista na boate Chez Nous, no Cassino, e no conjunto Arpege, de Rio Grande. Compositor e arranjador, acompanhou Gilberto Gil, Gal Costa, Tim Maia, Tom Jobim, Elis Regina, Hermeto Pascoal e tantos mais.
Recentemente Cidinho ajudou suas cinco filhas a formar o quinteto Gimacalis, palavra criada a partir das iniciais do nome das jovens cantoras - Gisela, Mary, Carolina, Lira e Stephanie. "É uma carreira longa, são 50 anos de música, pois comecei com 11 anos de idade, Fui para Porto Alegre com 19 anos, sempre tocando. Aí fui para a Argentina, depois fui para o Rio de Janeiro, onde fiquei e fui viajando pelo mundo. Morei em São Paulo por um ano, depois fixei residência no Rio, de 71 até 85, quando saí de lá e fui para os Estados Unidos", contou Cidinho.
Este disco, de 1980, pela Polygram, se chama Muito Suingue, e é acompanhado pelo conjunto Som Tropical. A maioria das parcerias composicionais são com o letrista Paulo Sérgio Valle. A música Rumbáfrica foi regravada em 1998 pelo portoalegrense Bedeu, no disco Swing Popular Brasileiro.
Parabéns, Cidinho!! Um grande abraço dos músicos de Porto Alegre.
1 É o Seguinte (Cidinho Teixeira - Paulo Sérgio Valle)
2 Rumbáfrica (Cidinho Teixeira)
3 Sarará Sem Bandeira (Cidinho Teixeira)
4 Tô Dando um Toque (Cidinho Teixeira - Paulo Sérgio Valle - Luis Vagner)
5 Morro de Saudade (Cidinho Teixeira - Paulo Debétio)
6 Som Maneiro (Cidinho Teixeira - Paulo Sérgio Valle)
7 Reggae do Amor (Cidinho Teixeira)
8 Meu Estado Civil (Cidinho Teixeira - Walter Queiroz)
9 Amor Proibido (Cidinho Teixeira)
10 Samba, Carinho e Amor (Cidinho Teixeira - Paulo Sérgio Valle)
11 Nada Restou (Cidinho Teixeira - Paulo Sérgio Valle)
editado:
com auxílio de cavalos ligeiros, conseguimos informações que faltavam:
CIDINHO TEIXEIRA-PIANO & TECLADOS
JORGE DEGAS-BAIXO
ZEPA DE SOUZA-GUITARRRA
WILSON MEIRELES-BATERIA
CAFÉ-PERCUSSÃO
PART. ESPECIAIS:
ELIANA PITMAN
JOSE CARLOS
LUIS VAGNER
ZABELÊ & ROSE WINTER
ROSIMAR BRAGANÇA, LOMA & VERA MARA
Valeu, Antonius, Valeu Aldo!
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Arthur Adams



segunda-feira, 19 de abril de 2010
Frank Zappa & the Mothers - Roxy & Elsewhere - 1974

segunda-feira, 29 de março de 2010
BOB JAMES - 12 - 1984
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Índios Suyá (Brasil) 1987


Os Suyá vivem no Parque Nacional do Xingu, o território deles fica em Mato Grosso. Este disco acompanha o livro Why Suyá Sing?, do Anthony Seeger, norte americano que em 1972 viveu com os Suyá estudando e tentando entender a música e os rituais que eles faziam e fazem. Depois em 1987, passou outra temporada, quando então gravou estas 23 faixas e as publicou junto com o livro. Como disse a Produto Nacional, grande banda de reggae do Brasil: "Índios do planeta inteiro, deve haver um jeeeeeitoooooooooooo".
Este é mais um caso que dá pra espichar o limite das pastagens do blog (lançamentos até 1984).
É isso aê, seus cavalo, sem mais delongas, vamos curtir o Som dos Suyá. Hoje em dia, os Suyá são chamados KISÊDJE
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Quando a Jamaica se encontra com a África
O Resultado é um perfeito casamento entre dois estilos musicais que na verdade sempre estiveram ligados pela enorme força da cultura africana, que nunca se perdeu apesar da grande insistência do homem europeu em exterminá-la.
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
FRANCO (Congo) - Franco et le TPOK Jazz
Franco Luambo Makiadi (1938 – 1989) viveu em Kinshasa, capital da Rep. Dem. do Congo. De família pobre, desde cedo teve contato com a guitarra. Aos 11 anos começou a tocar profissionalmente acompanhando um grupo local. Em 1956, aos 18, foi um dos fundadores do grupo com o qual seguiria até o fim da vida: a TP OK Jazz. Começaram tocando um repertório da música norte-americana e caribenha, porém nos anos setenta a rumba definitivamente se africanizou, e Franco foi um dos principais criadores dentro deste estilo.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
KANDA BONGO MAN (Congo) - Non Stop Non Stop - 1985...
Este guitarrista e cantor Congolês influenciou muitos músicos de outros países africanos.

Os artisas do Zimbabwe, incluíndo Thomas Mapfumo, foram influenciados por esta escola da "congolese guitar music", ou "kwassa kwassa" que começou no final dos anos 50 e permanece até hoje. Ainda nos anos 90 a música congolesa à base de guitarra era muito popular no Zimbabwe de Mapfumo.
O disco aqui apresentado é de 1985.
Sei que a lei do blog limita pastagens até o ano de 1984, mas obtive uma liminar que abriu uma exceção para este cavalo congolês do chapéu de aba larga.
Non Stop Non Stop é um disco bem comercial.
3 músicas em cada lado, com 7 minutos de duração cada uma, em média.
O Congo se independizou da França em 1960.
Boa audição.
Relinchos.

sexta-feira, 29 de maio de 2009
KING SUNNY ADE (Nigéria) - Jùjú Music
segunda-feira, 4 de maio de 2009
THOMAS MAPFUMO (Zimbabwe) - MABASA (1984)
Mapfumo em 2002
Quando Mapfumo começou a cantar, Zimbabwe ainda era “Rodésia”, mais uma colônia britânica no continente africano. O país fica na parte sul e faz fronteira com o nosso “irmão” Moçambique, a África do Sul, Botswana e Zambia. Nos anos 60, acompanhando os movimentos nacionalistas, dos direitos humanos e principalmente o movimento dos panteras negras dos EUA, uma classe média politizada inicia o processo de independização do país, que se concretiza em 18 de abril de 1980, acompanhando uma onda de fim das colônias na África. A Rodésia passa a ser Zimbabwe, e Mapfumo & the Blacks Unlimited estão fazendo música no meio disso tudo.
Mabasa é o quinto disco deste artista. Começou a carreira interpretando temas de Otis Redding, Sam Cooke e Elvis Presley. Tudo distante da política. Porém, quando nos anos setenta o movimento pela independência do país começou a fortalecer, Mapfumo se posicionou, tornando-se um porta-voz desta causa, reafirmando os valores da sua própria cultura. Artista urbano, mesclou os ritmos da música inglesa e norte-americana, cantando em Shona, dialeto local; traduziu célullas rítmicas e melódicas tocadas nas mbira (instrumento “pai” da kalimba) em rituais locais: o som das mbira foram para as guitarras, o sons dos hosho (parente da maraca, do ganzá) foram para o chipô, e os pés batendo no chão, foram para o bumbo, produzindo uma música muito especial. Mapfumo hoje é um herói nacional.
No disco Mabasa, de 1984, destaque para a primeira faixa “Ndanzwa ngoma kurira”.
Infelizmente, nos últimos anos, the Blacks Unlimited perderam duas figuras fundamentais: o baterista Saba Mbata (morto pela AIDS) e o baixista Charles Makwoke (arrebentado por uma surra da polícia).
Ouvintes: curtam o som, posicionem-se. Não sou pai de cascudo, nem porta-voz de nada, mas não vamos nos acomodar, não vamos nos silenciar. A gente estamos aí pra se divertir e também pra não aceitar qualquer bomba que nos empurrem. Pra cima deles, popular está contigo.
sexta-feira, 27 de março de 2009
MANU DIBANGO – Makossa Man (1974)

Manu Dibango (sax tenor e soprano, piano, órgão, vibrafone, marimba e voz); Slim Pez (guitarra); Jerry Malekany (guitarra); Small Manu Rodanet (“tumba”); Harry Gatibelza (órgão); Phillipe Neveu (baixo); Manfred Long (baixo); Lucien Dobat (bateria); Claude Vamur (bateria) e Freddy N´Kounkou (percussão).

quinta-feira, 5 de março de 2009
Betty Davis - 1973
Nascida Betty Mabry, se casou aos 23 anos com Miles Davis, que tinha o dobro de sua idade. Foi Betty que apresentou Jimmy Hendrix e Sly Stone a Miles, entre tantos outros músicos do rock e do psicodelismo, que acabaram o influenciando fortemente na concepção de sua nova fase “fusion”, com seus discos “In a Silent Way” e Bitches Brew”. O casamento entre Betty e Miles durou cerca de um ano. Miles diz que Betty era muito jovem e selvagem para ele, e além disso andava desconfiando que ela viesse tendo um romance com Hendrix - fato que ela nega.
A partir de então ela se lançou na carreira de cantora, gravando apenas três discos, pois sofreu boicotes de rádios e de grupos conservadores. O caso é que sua atitude e suas letras provocativas escandalizavam um bocado os moralistas da época.
A bostagem aqui é do disco de 1973, que foi relançado em 2007 com três faixas bônus.
Bom aí vai então o veneno. Bom proveito a todos!








